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Lola Aronovich e a Lei Lola: coragem que virou lei


⚘Oi, pessoa!

Tudo bem?

Você já ouviu falar da Dolores Aronovich Aguero, a Lola?
Ela é professora universitária, pedagoga, crítica de cinema, cronista e, desde 2008, blogueira. No seu blog “Escreva Lola, Escreva”, ela e convidados escrevem sobre feminismo, machismo, homofobia e racismo.
Mesmo recebendo ameaças, Lola nunca deixou de escrever. Em 2015, a situação ficou mais séria: criaram um site falso em seu nome, espalhando ódio e mentiras. Ela denunciou, registrou ocorrência e mostrou que não iria se calar.



#ParaTodos A imagem mostra uma cena digital que remete ao universo da cibersegurança e crimes virtuais. Um figura encapuzada aparece em destaque, representando a ideia de um hacker ou pessoa anônima atuando no mundo digital. Ao redor dela, há uma chuva de códigos binários (0 e 1) que descem verticalmente, como se fosse uma cortina de dados. O fundo é iluminado em tons de azul brilhante, criando um clima futurista e tecnológico. O conjunto transmite a sensação de mistério, anonimato e intrusão digital, reforçando temas como hacking, criptografia e ameaças cibernéticas. Foto: Freepik -Designed by macrovector.

Da resistência à lei
A coragem da Lola inspirou uma mudança importante. Em 2018, foi sancionada a Lei nº 13.642/2018, conhecida como Lei Lola.
Essa lei deu à Polícia Federal a missão de investigar crimes de misoginia na internet — ou seja, conteúdos que propagam ódio contra mulheres.
É um marco no enfrentamento da violência digital e na defesa dos direitos das mulheres.
E como você pode ajudar?
A luta contra a misoginia não é só da Lola ou da PF. Todos nós podemos colaborar:
  • Denunciando diretamente à Polícia Federal em delegacias especializadas.
  • Usando a SaferNet Brasil, que permite denúncia anônima de crimes digitais.
  • Procurando Delegacias da Mulher, que encaminham os casos.
Um abraço, um beijo e um queijo.

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