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Mostrando postagens de 2025

Treinar para melhorar

  Desde março minha rotina virou de cabeça para baixo — e uma das mudanças mais marcantes foi o retorno ao home office. Curioso, né? Enquanto muitas empresas estão apostando no modelo híbrido, eu fui na contramão: voltei a trabalhar 100% de casa. Muita gente ainda acredita que produtividade só acontece sob o famoso “olhar do chefe”, como se eficiência dependesse de vigilância constante. Mas, para mim, trabalhar em casa é sinônimo de produção, qualidade de vida e saúde. Antes, eu morava a 17 km do escritório e gastava 1 hora para ir e até 2h30 para voltar. Era outra cidade, outro ritmo, e no fim das contas, um desgaste enorme. Mesmo com um plano de academia oferecido pela empresa, eu raramente conseguia ir: nos dias em que não trabalhava no site, o corpo só pedia descanso. As alternativas de transporte também não ajudavam. Fretado não valia a pena para apenas dois dias na semana, dirigir era cansativo e o transporte público parecia uma maratona: ônibus lotado, duas baldeações e, p...

Métricas, relatórios e um bom café: reflexões sobre produtividade além dos cliques

Todo começo de mês parecia até cena de filme: café na mesa, computador ligado e eu iniciando minha maratona de relatórios. Durante cinco dias seguidos, scripts rodavam sem parar, ocupando minha máquina por horas e sugando tanta memória que abrir uma aba extra era praticamente um ato de coragem. E o que eu fazia nesse tempo? Virava fiscal de processos! Monitorava cada execução, garantindo que nada desse errado. Trabalho silencioso, mas essencial. Só que, para as métricas digitais de produtividade, eu parecia… parada. Tempo de tela ativa Cliques no mouse Participação em reuniões online Uso de mensageria interna Métricas: ferramentas ou armadilhas? Hoje, muitas empresas usam indicadores digitais para medir produtividade.  Alguns exemplos: São fáceis de implementar, geram números bonitos e rápidos. Mas será que contam a história completa?No meu caso, mesmo entregando tudo no prazo, eu não “performava” bem nessas métricas. Para quem olhava de fora, parecia improdutividade. E aí surge a ...

Entre Café, Dados, Prosas e Decisões Cotidianas

Afim de um café e uma prosa sobre gêneros? Escrever sobre desigualdade de gênero quando se tem lugar de fala me gera bastante receio de parecer vitimista. Mas aqui, o objetivo é outro: expor a realidade com honestidade e buscar caminhos possíveis para transformá-la. Sou mãe de um casal de adolescentes incríveis, e a vida me ensinou que educar com consciência de gênero é essencial. Não se trata de reforçar estereótipos, mas de reconhecer que meninos e meninas enfrentam desafios diferentes — e precisam de orientações específicas para lidar com o mundo e com os relacionamentos. Por exemplo, com meu filho, a conversa sobre segurança começa com a violência urbana, que estatisticamente atinge mais os homens. Já nos relacionamentos, ensino que ele deve tratar as meninas como gostaria que tratassem sua irmã. Falo sobre reciprocidade, respeito e limites, e que amor não combina com abuso — nem como vítima, nem como autor. Com minha filha, a segurança aparece desde cedo: na escolha da roupa...

Um app companheiro!

 Existe um aplicativo incrível que nasceu com uma missão nobre: ajudar pessoas com deficiência visual a viver no mundo com mais autonomia. Como ele funciona? Simples e genial! Quando o usuário precisava de uma ajudinha pontual — tipo encontrar aquele par de meias fujonas, escolher uma roupa para sair ou lembrar dos horários dos medicamentos de uma receita médica — ele acionava o app. Na hora, uma chamada de vídeo era feita e um voluntário do outro lado da tela o auxiliava nessas tarefas. Era como ter um amigo sempre disponível, pronto para dar aquela força no dia a dia. #DescriçãoImagem - Apresenta uma mulher negra, trajando óculos de sol e com cabelos longos trançados. Ela veste uma jaqueta de frio na cor bege, calça e botas pretas, e utiliza uma bengala e segurando um celular. Mas aí veio o plot twist tecnológico: o app ganhou um superpoder chamado inteligência artificial!  Agora, com IA embarcada, o aplicativo não depende mais tanto dos voluntários. Ele "lê" e descreve ima...

Quando o prompt vira receita de quitanda

Outro dia, conversando com Vanessa uma grande amiga que a profissão me deu, ela soltou uma frase que me fez parar:   “IA é burra.”   Segundo ela, é só um monte de algoritmos que conecta informações que nós fornecemos. Nada mais. Na hora, ri. Mas depois, fiquei pensando. A inteligência artificial pode até não ter consciência, mas tem algo que a torna poderosa: ela facilita a vida. Lembra quando você ia visitar alguém, tomava um café, comia uma quitanda[3] deliciosa e saía de lá com a receita anotada num papel qualquer?   #ParaTodos - Contém fundo branco que parece uma mesa com um tablet, grãoes cafés espalhados na mesa, um óculos, uma xícara de café e sete docinhos coloridos em um prato.  Hoje, eu converso com amigos e, no meio da conversa, percebo que algo que eles estão fazendo pode ser automatizado.  Então, mando um prompt.  Simples. Direto. E pronto: uma tarefa repetitiva vira uma solução rápida. O prompt virou a nova receita de quitanda. ...