Pular para o conteúdo principal

Um app companheiro!

 Existe um aplicativo incrível que nasceu com uma missão nobre: ajudar pessoas com deficiência visual a viver no mundo com mais autonomia. Como ele funciona? Simples e genial!

Quando o usuário precisava de uma ajudinha pontual — tipo encontrar aquele par de meias fujonas, escolher uma roupa para sair ou lembrar dos horários dos medicamentos de uma receita médica — ele acionava o app. Na hora, uma chamada de vídeo era feita e um voluntário do outro lado da tela o auxiliava nessas tarefas. Era como ter um amigo sempre disponível, pronto para dar aquela força no dia a dia.

#DescriçãoImagem - Apresenta uma mulher negra, trajando óculos de sol e com cabelos longos trançados. Ela veste uma jaqueta de frio na cor bege, calça e botas pretas, e utiliza uma bengala e segurando um celular.


Mas aí veio o plot twist tecnológico: o app ganhou um superpoder chamado inteligência artificial! 

Agora, com IA embarcada, o aplicativo não depende mais tanto dos voluntários. Ele "lê" e descreve imagens, ambientes com precisão impressionante. Quer pedir um táxi ou ônibus na rua? A IA analisa o movimento, calcula o momento certo e avisa: “Levanta o braço agora!” — tudo com segurança e agilidade.

Esse app deixou de ser apenas uma ferramenta e virou um companheiro inteligente, que entende e  orienta.

E você, conhece outros apps com IA que transformam vidas?

Me conta! Vamos prosear a respeito das inovações que fazem a diferença. Ahhh... O nome desse trem lindo de aplicativo é "Be My Eyes"!

Inté!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

IA aliada ao pertencimento

  ⚘ Pessoa querida, como passou da semana passada? Aqui tudo na santa paz.... Bora falar sobre pertencimento? E você já parou para pensar no que realmente significa pertencimento para o ambiente corporativo? Para entender esse conceito, imagine aquela cena clássica do filme A Era do Gelo: Lembra do Scrat, aquele esquilinho que passa o filme inteiro correndo desesperadamente atrás de uma noz? No segundo filme da franquia, ele finalmente vive o seu momento de realização máxima: ele chega ao chamado Nut Heaven (o paraíso das nozes), um lugar mágico cuja entrada é um portal com uma noz dourada gigante. É o ápice da satisfação, o lugar onde ele finalmente sente que encontrou o seu verdadeiro lugar no mundo. O Paraíso das Nozes na Inclusão Corporativa Trazendo essa metáfora para o universo das empresas, o pertencimento dos colaboradores é exatamente o equivalente ao Nut Heaven da inclusão corporativa! Quando ele existe de verdade, é o maior sinal de que a cultura da empresa está funcio...

Presente para Gláucia - escrito por Roberto Vaver

  Apesar de vir de uma família de pessoas brancas, convivi com pessoas negras desde a minha infância, mas pode ficar tranquilo que eu não partirei para o famoso clichê “não sou racista, até tenho amigos negros”, porque tenho consciência que a proximidade pessoal com pessoas negras não elimina o racismo que existe em nossa sociedade e que todos nós carregamos, mas o fato é que sempre convivi com pessoas negras, aprendendo a respeitar e a admirar estas pessoas, por serem pessoas dignas de respeito e admiração, independentes da cor da sua pele. A minha mãe sempre cobrou de mim que pedisse a benção a algumas pessoas negras que ela tinha em alta consideração e respeito, uma delas, inclusive, ela me ensinou a chamar de “vó” desde pequeno (“vó Dulce”), porque ela a considerava como uma mãe, por tê-la ajudado muito quando do nascimento de meus irmãos mais velhos e pela admiração que tinha por ela. Agora a Gláucia me pediu (como presente de aniversário....) que escrevesse um texto sobre c...

Entre ancestralidade e autoconhecimento

  Olá, pessoas! Como vocês têm passado? Eu sigo na busca pela rotina perfeita — e vocês? Sempre carreguei comigo uma gratidão imensa pela minha ancestralidade (afinal, sou fruto das pessoas que os tubarões não comeram — referência ao livro Escravidão , de Laurentino Gomes). Ao mesmo tempo, sempre tive um patriotismo muito forte e um prazer enorme em ser brasileira, desejando o melhor para o Brasil e para os brasileiros. Quando surgiram os testes de DNA que revelam a cadeia ancestral por países, achei que não valia a pena investir em algo que eu já “sabia”: sou fruto da diáspora africana, do sequestro dos meus ancestrais. Não faria sentido pagar para confirmar isso. Mas dois motivos mudaram minha visão: 1. Um amigo fez o teste e descobriu que sua maior ancestralidade vinha do leste da África — Moçambique, Quênia, Tanzânia. Eu nunca tinha imaginado essa rota, sempre associei os negros brasileiros da diáspora ao oeste africano (Angola, Nigéria, Benin, Senegal, Togo). Essa descoberta d...