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O abismo entre a ação e as palavras

Oi, pessoal!  

Entre um café e um pedaço de queijo, navegando pela timeline do Instagram, me deparei com algo curioso: um post polêmico envolvendo o casal Obama, retratados de forma ofensiva. Isso me fez pensar…

Prometi não falar de política por aqui, mas percebi que o assunto não é só sobre política. É sobre poder, influência e atitudes. Afinal, não é raro ver pessoas públicas — admiradas por muitos — cometerem atos questionáveis.

Lembro de um ex-presidente brasileiro que, ao ver um jovem com cabelo estilo black power, soltou uma frase preconceituosa, comparando-o a “criação de baratas”. E o mais curioso é que esse político é celebrado justamente por “não ter papas na língua”.

E aí vem a pergunta: como pode alguém ser tão admirado mesmo depois de atitudes assim? 🤔

 #ParaTodos A foto gerada pela IA Gemini apresenta um homem branco de perfil, vestido com um terno cinza escuro, posicionado diante de uma parede clara. Enquanto as feições do homem são perfeitamente normais, a sombra projetada na parede revela um contraste simbólico: o perfil sombrio exibe um nariz extremamente comprido, remetendo à clássica figura do Pinóquio.A imagem utiliza o jogo de luz e sombra para sugerir visualmente o conceito de falsidade ou segredos ocultos por trás de uma aparência profissional e séria.


Mais estranho ainda é notar que essas mesmas figuras públicas são as primeiras a postar sobre valores como religião, família e fé… mas apenas quando lhes convém.

Entre um café e outro, fica a sensação de que precisamos olhar com mais atenção para as atitudes das pessoas que admiramos — não apenas para o que elas dizem, mas para o que realmente fazem. Afinal, discursos podem ser bonitos, mas são as ações que revelam quem somos de verdade.

E você, já reparou nessas incoerências também? O que pensa sobre pessoas, (independente de serem figuras públicas ou não) que pregam valores, mas agem de forma diferente?

Um beijo e um queijo.
Gláucia R Costa

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