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Equipe estranha com gente esquisita

Oi, pessoal!

Tudo certo por aí? Por aqui, café na mão e uma história daquelas para compartilhar.

Então… lá estava eu, trabalhando como terceirizada em um banco digital (sim, desses “moderninhos”), quando fui chamada para uma reunião junto com um colega. Até aí, tudo normal. Só que nessa reunião veio a bomba: tínhamos 15 dias para aprender uma linguagem nova e entregar um sistema inteiro nela. Pois é… quinze dias!

A gente olhou um para o outro e já sabia que era missão impossível. Mas os queridos funcionários do banco nos deram “opções”: procurar amigos que soubessem a linguagem, fazer um treinamento online e… boa sorte!

Agora, imagina: eu, mãe divorciada e cheia dos boletos, e meu colega, recém-pai, em plena pandemia, quando as contratações estavam paradas. Não dava pra simplesmente dizer “inté, fui”. Então corremos atrás da consultoria para tentar nos salvar. Claro que não deu certo. O projeto já nasceu para fracassar.

#ParaTodos: A imagem do site freepik, que mostra duas pessoas lado a lado, em frente a um fundo claro e simples. Ambas estão com os dedos nas têmporas, como se estivessem estressadas. A pessoa à esquerda é uma moça clara, de cabelos longos castanhos, olhos claros que usa óculos e uma blusa escura de mangas compridas; a da direita é um homem negro, alto que veste uma camisa polo branca de mangas curtas.

Passados os 15 dias, um dos funcionários veio rindo dizer que o gerente tinha arrumado alguém  da consultoria que eu trabalhava, sem contrato, sem pagamento, só para resolver o problema. E ainda soltou: “o gerente faz qualquer negócio quando quer algo rápido”.

E aí entra a parte séria: em maio de 2026 começa a fiscalização da NR-1, que agora inclui riscos psicossociais — estresse, assédio, sobrecarga, burnout… tudo aquilo que a gente viveu na pele.

Foram 15 dias horríveis, mexeram muito com meu psicológico. Eu não sabia se era uma forma de me dispensar, se era um teste para provar que eu não era boa o suficiente… no fim, era só capricho de um gerente mimado querendo burlar o sistema. E nós fomos usados nessa história.

E eu questiono será que esse problema ainda se resolverá para todos, funcionários e terceirizados? Afinal ninguém merece estar sob a hierarquia de quem é irresponsável pelo psicológico alheio.

Observação: Um dia, quando eu trabalhava nessa equipe, tive uma reunião online com um “colega” de projeto. Eu na minha casa aguardando a reunião e quando o sujeito apareceu ele simplesmente estava sem camisa na chamada. Foi surreal, fiquei sem reação na hora. Mas essa história merece um texto só pra ela…

E você já fez parte de equipes diferenciadas? Conte nos comentários!

Por hoje é só.
Um abraço , um beijo e um queijo e inté!!!

Fonte:
Guia atualização NR-1:   
https://drive.google.com/file/d/1wrmyO9wMdopPJcp2TZh1CI9RIgtKfygu/view?usp=drive_link

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